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Добавлен: 2013-02-14 23:10:51 блограйдером 1234zz
 

YOUTUBE Kibe

2013-02-18 16:19:00 (читать в оригинале)

Aprenda a fazer um delicioso kibe sem carne!


INGREDIENTES:

  • 2 xícaras de triguilho, deixado de molho e bem escorrido
  • 1 lata de carne vegetal
  • 2 cebolas picadinhas
  • 4 dentes de alho
  • 1 xícara de hortelã picada
  • 5 colheres de azeite de oliva
  • 2 colheres de sopa de cheiro verde
  • 1/2 xícara de farinha de trigo branca

MODO DE PREPARO:

1) Misture bem todos os ingredientes, exceto a farinha de trigo que deve ser acrescentada aos poucos no final até dar liga à mistura.
2) Forme os kibes no tamanho que desejar.
3) Coloque em uma assadeira untada com óleo.
4) Cubra a assadeira com papel alumínio e asse em forno moderado.







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YOUTUBE Depressão e Justiça Social

2013-02-18 16:19:00 (читать в оригинале)

O mal não avança impune o tempo que ele quer. Há um limite. E haverá justiça no final. Não perca a esperança.


Necessitamos de justiça. As famílias, a comunidade, o município, o estado e o país necessitam dela. Sem justiça não há ordem, respeito, igualdade, nem condições de vida digna. Sem ela a maldade impera seja disfarçada de democracia ou explícita numa ditadura. Sem justiça, a saúde mental da população é prejudicada pois tira a esperança da existência de uma sociedade equilibrada. A perda da esperança é um fator central no surgimento da depressão mental.

Dan Blazer, professor de psiquiatria da Universidade Duke, Carolina do Norte, EUA, diz que a sociedade caminha para a desesperança, fala do perigo de se medicalizar as emoções, que a violência social aumenta sem visão de melhora no futuro, etc.

Portanto, sem justiça vem a desesperança. Viver em desesperança gera, segundo Dean Ornish, cardiologista professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em São Francisco, o "e;cinismo social"e;. Rollo May, profundo pensador e ex-presidente da Associação de Psicologia de Nova Iorque, também descreveu este fenômeno. Cinismo social é o acostumar-se com desgraças da sociedade de maneira que você passa a brincar com elas, solta piadas em cima da dor, faz charges engraçadas com situações das corrupções no mundo dos poderes sociais. Acostuma-se com a dor social evitável. Perceberam que escrevi “evitável”?

Justiça é perdão quando pensamos na teologia dos escritos de Paulo aos Romanos, que diz que ao ser justificado pela fé, mediante a graça, somos perdoados e surge a paz e a esperança. Ou seja, a corrupção do caráter tem jeito para quem quer a cura. Mas quem não a quer, ou quer, mas fica só no desejo e não dá passos concretos para obte-la, já está julgado, permanece injusto, culpado. O corrupto que tem a ousadia maligna de dizer "e;Graças a Deus conseguimos esta propina!"e;, está pior do que aquele que dá graças ao diabo, originador de toda corrupção, por mais uma fraude cometida contra a população.

A maldade destrói a própria pessoa que a comete. O bem, a justiça verdadeira, destrói a maldade dos maus. "e;A malícia matará o ímpio."e; Salmo 34:21. Mas os corruptos talvez não entendem isto, estão cegos para isto, e vivem com uma atitude mental de cinismo (consciente ou inconsciente?) disfarçada tantas vezes e frequentemente de frases pré-fabricadas visando o aplauso popular e a manutenção do poder. Não faz nenhum sentido permanecerem com o poder. Mas permanecem e, pior, são reeleitos. O que isto diz de nós, povo? O que ensina?

Vamos ter melhores governos? Não creio. Estou contaminado com a desesperança social? Sim, porque sem mudança de caráter do indivíduo, nada muda no social que seja duradouro, de valor ético, sem conflito de interesses, com real benefício para as classes menos favorecidas. Pense: a corrupção melhorou nos últimos 20 anos em nosso país? Ou apenas ficou mais exposta? A sociedade está mais tranquila porque a violência diminuiu? Se pessoas de poderes sociais permitirem ser movidas pelo bem tomarem atitudes mais firmes e houver decisões finais úteis que se tornem prática social real, volto a ter esperança de justiça social. Infelizmente creio que isto não ocorrerá. Não é por isso que vamos desistir de fazer o bem.

"e;Quando me interrogo por que sempre me empenhei por ser honesto e compreensivo para com os outros, e se possível sempre bondoso, e por que não desisti mesmo quando percebi que com isso a gente se prejudica, a gente passa a ser bigorna porque os outros são cruéis e não merecem confiança, na verdade não sei a resposta."e;
Neurologista James Putnam, da Universidade de Harvard, citado por Hans Küng em "e;Freud e a questão da religião"e;, p.100, Verus Editora, 2005.

Uma coisa é certa, os que têm assumido papéis de poder social terão que prestar contas um dia de seus atos. A impunidade não existe para sempre. Por isso, não perca a esperança. Se não você pode ficar deprimido.







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YOUTUBE O “paciente escolhido” tem coisas saudáveis que seus parentes podem não ter

2013-02-18 16:19:00 (читать в оригинале)

Há familiares que tem problemas de comportamento, mesmo não graves, mas negam isto e colocam o dedo acusador sobre um parente como se ele fosse o único problemático. Este problemático pode surpreender! Veja uma história real...

 


"e;Paciente escolhido"e; é um termo usado por psicólogos e psiquiatras para designar o membro de uma família considerado o problemático. É o popular "e;ovelha negra"e;. O "e;paciente escolhido"e; reflete, na verdade, problemas na família. O relato a seguir é verídico. Mudei algo protegendo a privacidade dos envolvidos.

Este "e;paciente escolhido"e;, 48 anos de idade, é o 5o. de 7 filhos. Seus pais são trabalhadores. A mãe "e;nervosa"e;, autoritária, abusiva verbalmente, boa cuidadora dos aspectos físicos dos filhos, mas limitada quanto aos cuidados emocionais. Seu pai, mais afetivo que a mãe (há homens mais carinhosos do que algumas mulheres!), porém não carinhoso com este filho, dedicando-se mais a outros.

Este homem tem uma filha solteira de 17 anos de idade que engravidou, apesar dos alertas do pai. Ela me pediu para contar ao pai sobre sua gravidez. Apesar de acostumada a conviver com galera da pesada, sentiu-se temerosa de abrir isto ao pai. Aceitei o pedido com a ideia de ajudar pai e filha a lidarem com uma situação delicada para ambos. Eles moram em cidades diferentes. Para surpresa nossa, ela veio até a cidade onde o pai mora, indo para a casa do namorado que a engravidara, distante da casa do pai, sem avisar sobre sua chegada.

No dia seguinte o atendi e contei a história da gravidez da filha. Ele ficou "e;passado"e; e ressentido. Falou sobre os alertas que havia dado à filha sobre isto. Manifestou irritação para com o namorado dela, dizendo que o havia pressionado, no bom sentido, para não fazer besteira com a filha dele. Disse a ele que se ele precisasse, eu poderia ajudá-lo a falar com a filha. Ele ficou com raiva dela, e disse que não iria falar com ela, não a queria ver.

Expliquei que ela sobreviveria sem o apoio dele, mas seria importante o encontro deles. Lembrei a ele que ele sobreviveu aos ataques verbais da mãe "e;nervosa"e;, e que, no fundo, sentiu falta de uma mãe carinhosa. Assim, a filha sentia falta de um pai carinhoso agora ao fazer a besteira, como tantas adolescentes hoje fazem: engravidar na hora errada.

Ele disse-me no momento de raiva: "e;Não consigo vê-la grávida, solteira, não suporto isso! Só quero vê-la depois que a criança nascer!"e; Expliquei que isso não a ajudaria e que poderia ser para ela um tipo de desprezo, e ele sabe como foi doloroso ter convivido com o desprezo afetivo da mãe dele. Ele argumentou: "e;Mas em que eu ajudaria?"e; Quem não recebeu ajuda em horas críticas de quem deveria ter ajudado, pode não entender a importância disso para uma outra pessoa. Completei: "e;Ajudaria para ela sentir que o pai não a rejeita."e; Ele abriu mais sua angústia: "e;Você acha normal que devo aceitar ela estar grávida?"e; Expliquei: "e;Aceitar é diferente de concordar."e; Seguiu-se mais diálogo entre nós, e eu disse: "e;Entendo que é difícil para você lidar com isso agora!"e; De novo ofereci conversarmos juntos, se ele desejasse. Ele ficou calado e foi embora.

Mais tarde fiz contato com ele: "e;E aí? O que decidiu?"e; Custou a responder, disse que iria deitar cedo e não queria agora tocar no assunto."e; Respeitei e não insisti. Ele precisava digerir a tristeza, a mágoa, a frustração, a angústia, a raiva. Disse-lhe: "e;Bote o joelho no chão, fale com Deus e Ele te ajudará a ajudar sua filha."e;

Na manhã seguinte ele me mandou um SMS pelo celular: "e;Resolvi ver minha filha hoje. Só ainda não sei como vou fazer isso. Estou pensando em como estar com ela."e; Era a luta para vencer o próprio eu machucado. "e;Vou esperar mais algumas horas."e; Não vencemos emoções difíceis rapidamente. Há um tempo mínimo para conseguirmos lidar com elas de maneira equilibrada.

Lembrei-o que é difícil lidar com uma situação assim, mas que, como diz a Oração da Serenidade, é possível receber de Deus a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar as que podemos, e sabedoria para distinguir umas das outras.

Mais tarde ele me mandou a seguinte mensagem, que me deixou maravilhado por ter vindo de uma pessoa chamada "e;paciente escolhido"e;, tido pela família como "e;a ovelha negra"e;. Ele escreveu: "e;Eu tenho carinho por minha filha. Não quero que ela vá embora sem a gente se ver. Resolvi deixar o amor na frente da decepção."e; Me emocionei ao ler isso! E pensei comigo mesmo: "e;Que atitude grandiosa!"e; Você consegue deixar o amor na frente da decepção e agir com bondade? Os parentes "e;saudáveis"e; dele conseguem isto?







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YOUTUBE Já aprendeu a lidar com a raiva?

2013-02-18 16:19:00 (читать в оригинале)

É possível aprendermos a lidar com a raiva, tanto no sentido de expressá-la adequadamente, quanto evitar que ela tome conta de nós.

Carla estava numa lanchonete com seu esposo Ricardo (nomes fictícios). Conversavam, quando o assunto tocou num ponto que Carla achou ser uma atitude odiosa que uma amiga dos dois teve. Esta amiga era casada com um homem com câncer terminal, e mesmo assim ela se envolveu num "e;caso"e; com outro homem. Carla achou esta atitude da amiga como repugnante e imoral. Mas para seu espanto, Ricardo não concordou com ela, pelo menos não completamente, e disse: "e;É terrível o que esta mulher fez, mas acho que posso compreender o estresse dela. Imagine alguém que você ama e que está morrendo! Isto pode ser tão pesado que uma pessoa pode querer algum alívio, de qualquer tipo!"e; E acrescentou: "e;Claro, se ela se envolveu com outro homem e realmente se apaixonou, aí seria demais! Mas sem ter se apaixonado, pode ter sido somente algo físico, e, assim, poderia ser justificado por causa da forte necessidade sexual dela e por causa da perda iminente do marido."e;

Imediatamente Carla parou de comer, colocou com força e barulho os talheres na mesa e disse irritada: "e;Mas isso é uma traição no leito de morte!"e;, olhando Ricardo com desespero.  E acrescentou com raiva: "e;Para mim é uma atitude de profanar o relacionamento!"e;

Antes que Ricardo pudesse dizer algo, Carla continuou, sem notar que falava alto e pessoas ao lado escutavam: "e;Para mim esta atitude dela é tão fora de princípios que acho uma loucura você defender o que ela fez!"e; Ricardo ficou sem graça e não disse nada. Seu corpo ficou tenso e ele permaneceu olhando para seu prato.

Carla, em tom um pouco mais baixo, porém sarcasticamente disse: "e;É, talvez você se aliviaria devido ao estresse, mas isto não anularia o fato de que a pessoa no leito de morte é sua companheira."e; Seu olhar para Ricardo era de indignação. "e;Como alguém poderia fazer isto?"e;, ela perguntou, com um misto de raiva e susto.

Ricardo, então, tentou explicar com paciência e tolerância, que no caso de uma doença de longa data e debilitante num esposo, exige da companheira constante carinho e cuidado e isto produz esgotamento a ponto dela necessitar de cuidados também. Disse ainda, que as coisas poderiam se tornar mais fáceis para todos se existisse alguém que fosse confortador para ela, e até relaxante na área sexual.

Com raiva crescente Carla disse: "e;Acho isto perverso! É uma maneira vil e desonrosa de lidar com alguém que você considera. Acho abusiva totalmente!"e; Ao falar isso seu corpo chegou a se levantar da cadeira. Ricardo pediu: "e;Por favor, sente-se."e; Ela obedeceu automaticamente, mas em dois segundos, furiosa por ter obedecido a ele, se levantou, pegou sua bolsa, saiu batendo os pés com força no chão ao dar as passadas carregadas de ódio e voltou para casa sozinha.

Quando Ricardo voltou para casa meia hora após, ele estava muito chateado com o escândalo que ela havia feito no ambiente público, ao falar alto e nervosíssima com ele. O evento no restaurante era como se eles estivessem trocando insultos e discutindo coisas dolorosas do passado como casal, e de repente a discussão cessou, como acontece com frequência entre casais, sem ambos resolverem ou mesmo compreenderem as coisas cruciais da luta ali na lanchonete.

Tais coisas não processadas, como um lixo que você acumula, tendem a reter odores azedos e contaminação dentro de um relacionamento íntimo. Você pode perguntar: "e;Mas como as coisas poderiam ter sido diferentes neste caso?"e;

Primeiro de tudo, não há nada de errado com o sentimento de raiva. A raiva é uma reação humana normal diante de um fator estressante, bem comum numa situação na qual a pessoa crê que sua autoestima está sendo ameaçada. A dificuldade é que quando alguém começa a sentir raiva, ele/ela tende a comunicar aquele sentimento com força demais e com uma carga emocional muito grande. Daí se começa a perder o controle. Na parte 2 iremos ver como fazer para lidar com a raiva.



Na parte 1 vimos que uma mulher ficou furiosa com seu marido numa lanchonete, ao ele emitir uma opinião pessoal sobre um assunto. Ela perdeu o controle, e surgiu uma discussão. A raiva tomou conta dela, gerando uma atitude ruim para ambos, evitável caso ela soubesse lidar com a raiva. Como?

É comum a pessoa com raiva violar limites entre o que alguém fez/disse, e a intenção deste alguém, a qual pode não ter sido ataque ou querer ferir. Na história, Carla agressivamente invadiu o espaço emocional de Ricardo sem parar para refletir que a intenção do que ele disse não tinha nada que ver com querer feri-la ou atacá-la. Quando a pessoa enraivecida ataca, a outra pessoa se sente agredida e má compreendida. A sensação não é de que o ataque foi dirigido para o comentário feito, mas para a pessoa. Carla se sentiu ferida e viu Ricardo como querendo mesmo feri-la.

O casal começou a argumentar sobre duas coisas diferentes. Carla seguiu com raiva crescente diante do comentário de Ricardo, e este tentava se defender do que lhe chegou como ofensa pessoal. Duas coisas diferentes! É como se um dissesse: "e;Minhas maçãs são melhores do que suas laranjas!"e; E outro retrucasse: "e;Não, minhas laranjas são melhores do que suas maçãs!"e; Não falavam da mesma coisa e nem percebiam!

O diálogo tenso na lanchonete era sobre algo abstrato, com significado profundo para Carla. Quando Ricardo disse que compreendia o comportamento da amiga deles (ter tido um caso com outro homem, enquanto seu marido morria de câncer), ele não estava falando que isto era moralmente correto ou que ele faria a mesma coisa se estivesse naquela situação. Mas foi o que Carla escutou. No calor da discussão, cada um perdeu a visão do outro e do que cada um pensava e sentia. É comum a discussão sobre um assunto se tornar a discussão sobre muitos assuntos. A luta é como um poderoso ímã que atrai e pega todas as lutas não resolvidas do passado.

Que fazer? Primeiro: bloquear a escalada da discussão e manter o foco no tema levantado no momento, deixando de lado os problemas do passado. Segundo: não tentar negociar uma resolução enquanto um ou ambos estão furiosos.

Em resumo: tão logo a discussão tensa comece, se deve dar para a pessoa que está ficando enraivecida uns 10 a 15 minutos para que ela possa dizer ao outro o por que está com raiva, com o que ela acha que assunto se relaciona, e quais são os sentimentos abaixo da superfície da raiva que ela está comunicando.

Se tivessem seguido estes passos, poderiam ter dado um cessar-fogo logo que a discussão tivesse começado a crescer. Daí Carla poderia explicar de modo mais claro o impacto que os comentários de Ricardo tiveram sobre ela, então, poderia ter falado, ao ter parado e refletido: "e;Por que estou com tanta raiva?"e; E poderia concluir e dizer para ele: "e;Estou com raiva porque você parece sem coração. Olho para você e sinto que você está sendo muito lógico e razoável, mas que demonstra empatia de um sapo ou lagarto. Até onde percebo, você está agindo mais como um computador do que como um ser humano. Você tem respostas "e;lógicas"e;, mas não mostra ter compromisso ao falar isto."e;

Se ela pudesse parar e pensar (Ricardo permitindo, evitando discutir), poderia ter refletido: "e;Qual é o problema?"e; E poderia ter dito a ele: "e;O que você disse me faz sentir que você me abandonará. Já que nunca tive bom relacionamento com meu pai, não me surpreenderia se você me largasse quando mais precisasse de você. Esta ideia me assusta terrivelmente ao você funcionar com lógica e frieza."e;

Tendo serenidade, ela poderia ter se perguntado: "e;Que sentimentos tenho debaixo da raiva?"e; Talvez concluísse: "e;Me sinto ameaçada. É como se seu compromisso comigo fosse parcial, e que você não estaria ali para mim. Ao você falar isto, me faz questionar se você me ama mesmo, ou se você se desconectaria de mim em certas circunstâncias. Entende agora como o que você disse me perturbou?"e;

Quando se chega nos sentimentos debaixo da raiva, é comum que uma boa porção da raiva se dissipe. E ao você escutar a raiva sem interromper, pode com menos dificuldade compreender o impacto de seu comportamento sobre a pessoa. Ricardo poderia ter percebido o quanto sua racionalização atingira Carla. Ele poderia compreender e empatizar com os sentimentos que surgiram nela.

O melhor é: quando a pessoa enraivecida tiver tido a oportunidade de falar tudo, o companheiro(a) não deve responder nada. E, na medida em que o raivoso(a) foi ouvido(a) sem contra-ataques do outro, a dor diminuiu, a raiva passa, talvez dê para compreender a causa dela, então ambos podem começar a negociar o problema e tentar alcançar uma solução aceitável.

Editado de "e;Anger and how to handle it"e;, Maggie Scarf, 1992.






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YOUTUBE Você se preocupa demais quanto a repetir a mesma roupa ou sapato? Fica tomando conta de quem faz isto?

2013-02-18 16:19:00 (читать в оригинале)

Será doentio ficar preocupada com se as pessoas repetem roupas nas festas e reuniões sociais?


Inês de Castro apresenta um quadro sobre comportamento, moda e beleza de segunda a sexta na Band News FM. Ela trabalhou como editora de beleza, moda e comportamento nas revistas Claudia, Nova, etc. Colaborou, escrevendo artigos para as revistas Marie Claire e os jornais Gazeta Mercantil e Jornal da Tarde. É autora dos livros, 'Etiqueta da Beleza', 'A Moda no Trabalho', 'Como Fazer Seu Chefe Amar Você', 'O Guia da Cirurgia Plástica', 'Mamãe Vai Trabalhar e Volta Já' e 'O Guia das Curiosas'. Dias atrás ouvi um comentário dela que achei ótimo e compartilho com você agora.

Sabia que Katy Middleton, Duquesa de Cambrigde, esposa do Príncipe William da Inglaterra, usou o mesmo sapato bege, e repetiu um vestido com sobrecapa em eventos diferentes em curto espaço de tempo? Ela nem esquenta a cabeça com isso e é da realeza inglesa! Ela deu um exemplo ao mostrar com isso que não tem guarda-roupa diferente para todas as ocasiões.

O que isto tem que ver com saúde emocional? Não é chato quem que fica observando e fofocando sobre quem repete roupa ou sapato, especialmente roupa de festa? Você acha que não pode repetir roupas de festa, que são geralmente muito caras? Por que isto? Quem disse que não pode? Você acha que é ser moderna(o) mudando sempre as roupas de festa? Uma preocupação exagerada quanto a estas coisas pode revelar ou uma mediocridade, vida superficial, um tipo de compulsão, insegurança emocional, etc.

Há oito anos atrás, Jum Nakao, estilista famoso, colocou na passarela modelos vestidas somente com roupas de papel. No desfile as modelos rasgaram as roupas, jogando os pedaços de papel na plateia. A mensagem era sobre o incômodo da moda descartável. Segundo Inês, "e;ele deu o mais bem dado dos recados para os fashionistas, que foi a de que moda boa é a veste bem e que dura. Não é aquela se usa um dia e joga fora depois, pois isto tem outro nome: é desperdício!"e; Concordo plenamente.

No início de 2005 fui estudar nos Estados Unidos, onde ficaria um bom tempo e levei apenas duas malas, uma mala de mão e uma mochila com meu laptop, documentos, câmera fotográfica, uns dois livros, minha Bíblia. Ao viver numa quitinete no campus onde estudava/treinava sobre medicina de estilo de vida, fui verificando que as roupas contidas nas duas malas eram mais que suficientes para o dia a dia de minha vida. Comecei a entender melhor o que já havia pensado antes, que podemos viver uma vida mais simples com conforto. Vida simples não é vida medíocre. É uma vida desfocada de besteiras, como ficar tomando conta de quem usa roupa diferente no meu grupo social (trabalho, igreja, clube social, família, amigos, conhecidos, etc.), e não ficar obsessivo quanto a isto comigo mesmo.

Pense numa coisa: no que você estaria ocupando sua mente ao invés de ocupar com estas besteiras? Não teria algo útil para se concentrar e falar?

Viver de aparências é um vazio. Isto não quer dizer que você deve ir para um ponto em que não cuidará de seu visual. Neste caso você cairia num desleixo e isto não é legal, nem para você e nem para a pessoa com quem você convive.

Evite ficar obsessiva(o) quanto à sua aparência (vestuário) ou quanto a aparência de outras pessoas, assim como evite o desleixo pessoal. Faça esforços para cuidar de sua aparência física, do seu visual, mas com equilíbrio, valorizando em primeiro lugar sua vida, não sua aparência. "e;Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?"e; Jesus Cristo, em Mateus 6:25.







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